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Budget da minha viagem para Portugal


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Sueli

Adoro conhecer pessoas e lugares. Conversar, dar dicas, contar histórias e, principalmente, ouvir...

Mai 23, 2018

Entrada do Casa d'Alagoa Hostel

Nesta viagem gastei pouquíssimo!

Comprei a passagem aérea com cerca de três meses de antecedência, assim que confirmei minha estadia e trabalho no hostel. Consegui por uns 700 euros.

Meus principais gastos foram com transporte, lazer e alguma comida extra, já que sou intolerante a lactose e cafeína.

Para se ter uma ideia, o ônibus do aeroporto para o centro de Faro custa 4,50 euros. Se preferir táxi, sai por 10,50 euros.

Também por 4,50 é possível ir e voltar de ônibus da praia de Faro, que é próxima ao aeroporto. Uma apresentação de fado no museu local, 5 euros. O barco (ida e volta) para Ilha Deserta, 10 euros.

Comprei um chip de telefone, com direito a 3GB de internet por mês, por 14 euros mensais.

No total, sem somar a passagem, não cheguei a gastar 200 euros em 40 dias em Faro.

Claro, não sou muito de frequentar bares e restaurantes todos os dias, mas com esse dinheiro dá para se divertir um bom tanto.

Turma de hóspedes

O cuidado maior com as despesas está na comparação de preços.

Na Europa, os centavos fazem toda a diferença. É preciso lembrar de multiplicar tudo por quatro para se ter o valor aproximado em reais. 

Por isso, esquece essa coisa de “custa uns dois e pouco”. Esse pouco pode significar um aumento para “três e pouco”. E, no final da viagem, vários euros a mais. Entretanto, os preços não costumam variar demais de um local para outro.

Os itens de alimentação, sejam em supermercado, bares ou restaurantes, não são muito diferentes dos custos em uma cidade grande do Brasil, como São Paulo.

O transporte é, sim, o custo maior. De Faro para Olhão (10 minutos de trem) custa 3,30 euros. Para Vila Real de Santo Antônio, 5,20 euros. Há um bilhete especial, válido por um dia e mais econômico, para quem pretende parar em várias cidades do caminho. Entretanto, veja os horários primeiro. Faça as contas. Pode não ter tempo para curtir os lugares em função dos trens disponíveis. E, assim, o custo menor do bilhete acaba não compensando.

Em Faro dá pra fazer muita coisa a pé. O centro histórico é para se curtir em caminhada lenta, observando cada janela, cada esquina, praça, becos, árvores, flores, tudo muito bem conservado e alguns imóveis antigos adaptados para bares e restaurantes muito convidativos. A marina dá um contorno especial à paisagem.

Nos arredores há museus e parques, tudo a menos de 10 minutos a pé do hostel.

Um passeio imperdível nas folgas é Tavira, uma cidade próxima, a poucos minutos de trem (2,65 euros). As praias são lindas, um centro encantador e, se conseguir uma carona (boléia), pode ir mais longe nos arredores para conhecer o Pego do Inferno. Um lugar maravilhoso, cheio de cachoeiras e florestas.

À noite, em Faro, há sempre um grupo de turistas disposto a explorar a cidade. Os recepcionistas do hostel também conhecem muito e dão excelentes dicas. É só conversar com a galera que vai rolar fácil uma balada, uma bebida, um papo de bar. 



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Sueli

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Mai 23, 2018


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