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Meu dia a dia como Worldpacker no Hostel Chocolatchê

Já falei aqui como foi minha experiência como Worldpacker no Hostel Chocolatchê em Gramado. Agora que você sabe disso pode estar se perguntando: “mas ela vai falar novamente sobre isso?” A resposta é sim.


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Nathalia

Sou jornalista de formação e conto com passagens por diversos veículos de imprensa. No entanto, f...

Mai 01, 2018

dona do hostel que aceita voluntário em Gramado

Desta vez pretendo ser mais específica e compartilhar com vocês como era o meu dia a dia.

Se você está pensando em se aplicar em alguma vaga desse hostel, sugiro que leia as informações que vou passar, pois podem te ajudar a formar uma ideia de como será sua experiência. Lembrando que é só uma “ideia”. Afinal, cada experiência é única. 

1. Vivendo como Worldpacker no Hostel Chocolatchê

Sabe quando as coisas favorecem para que algo dê certo? Acho que foi isso que aconteceu comigo no Hostel Chocolatchê.

Sinceramente, cheguei lá meio tímida e meio sem saber nada, pois era minha primeira vez usando a Worldpackers.

No entanto, por sorte, fui recebida pelo Caio, um paulistano como eu, que começou no hostel trocando trabalho por hospedagem e que acabou sendo contratado. Atualmente, ele não está mais lá. Passou seis meses e partiu. Acho que está em Portugal.

Enfim, como ia dizendo, a recepção do Caio foi ótima. Ok. Foi basicamente “quando vamos para a balada?” e um interrogatório sobre minha vida, mas não me importei e achei graça.

No fim das contas, foi ele que me ajudou muito na socialização com a galera do staff. Por meio dele, foi mais fácil conhecer a Raquel, dona do hostel, e o Layson, namorado da Raquel.

Acontece que os dois são muito parecidos comigo. Ou seja, são aquelas pessoas que vão te observar até saber quem você é realmente. Contudo, após concluírem que você é uma pessoa realmente legal, vão te tratar extremamente bem. Foi assim que aconteceu comigo.

Felizmente, tivemos a ajuda do Caio (com suas infinitas perguntas) para facilitar todo o processo entre a gente.

Após as formalidades e timidez dos primeiros dias, tudo ficou mais tranquilo e eu percebi que tanto o trabalho quanto as pessoas eram ótimos. Não errei. Foi tudo realmente muito bom e vou explicar os motivos.

2. Trabalho

Trabalhar no Hostel Chocolatchê é muito de boas. É um lugar agradável e a Raquel realmente entende os princípios da troca. Ela te deixa à vontade para fazer seu horário.

Por minha conta, decidi que iria trabalhar de manhã. Durante 20 dias, trabalhei nesse horário e foi a melhor escolha — já que tinha bastante tempo livre.

Em relação ao trabalho em si, também não tive problema. Por lá, minha função consistia em cuidar das redes sociais, ou seja, fazer posts para o Facebook, Instagram e também pequenas mudanças no site.

Um adendo importante: em nenhum momento a Raquel solicitou que eu fizesse qualquer trabalho que não tivesse sido combinado e isso foi ótimo. 

3. Estrutura

Em Gramado, os hostels não possui clima de hostel.

Sim. Você realmente leu isso.

Acontece que a cidade não atrai muitos mochileiros por conta do alto custo. O público-alvo, normalmente, é casal, família e, às vezes, viajantes solos. Por conta disso, os hostels acabam se adaptando ao público.

No entanto, algo interessante é que o Hostel Chocolatchê conseguiu mudar isso. Além de contar com uma estrutura para atrair o público convencional, possui um clima interessante para os mochileiros.

Por lá, por exemplo, é possível usar a cozinha, algo que não é “possível” em outros hostels e o café da manhã é maravilhoso (a Raquel faz tudo com muito amor).

Além disso, há um quarto compartilhado (com 22 camas), suítes, quarto familiar, lavanderia e uma área de convivência.

sala de convivência do Hostel Chocolatchê

4. Trabalho

O Hostel Chocolatchê tem a melhor localização, pois está no centro da cidade.

É realmente perto de tudo.

É do lado, por exemplo, da Rua Coberta e da Igreja de Pedra, cerca de três minutos caminhando. 

Do hostel, é possível ir caminhando para o Lago Negro, Terminal Rodoviário, Praças da Etnias.

De forma geral, dá para ir caminhando para os principais ponto turístico da cidade.

5. Tempo livre

Como trabalhava na parte da manhã e meu período era de somente cinco horas, tive muito tempo livre. Usei esse tempo para trabalhar, pois sou nômade digital, e para me distrair (ninguém é de ferro, né?).

Algo da experiência de tempo livre que preciso compartilhar é: a cidade é pequena, ou seja, é possível conhecer os principais pontos em uma semana. 

Por isso, eu não me apressei e fui conhecendo os lugares quando estava com vontade. Recomendo que faça o mesmo.

Além disso, acabei conhecendo alguns moradores. Foi interessante sair com eles e conversar para entender como era morar ali.  

6. Dicas extras para se dar bem no hostel

Se você chegou até aqui deve ter realmente ficado interessado (a) em ser Worldpacker no Hostel Chocolatchê. Fico feliz. O lugar é muito legal. 

Contudo, algumas dicas podem te ajudar a fazer tudo ser melhor.

  • Primeiro: faça bem o seu trabalho e seja franco com a Raquel e o Layson, pois isso ajudará muito na convivência.
  • Segundo: sempre que usar a cozinha deixe tudo limpo. A Raquel adora cozinhar e gosta de tudo organizado.
  • Terceiro: tenha cuidado, pois você vai provar o chocolate da Raquel e nunca mais vai querer parar de comer.

A última dica é brincadeira, mas as outras são para levar a sério, tá?

E ai, alguma dúvida sobre a experiência? Caso sim, você pode falar comigo por meio do chat. Basta clicar aqui.



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Nathalia

Sou jornalista de formação e conto com passagens por diversos veículos de imprensa. No entanto, f...

Mai 01, 2018


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