parte do bar do hostel

1. Tarefas

As minhas funções, tarefas e horários como Worldpacker no The Hostel Rio de Janeiro (THRJ) eram bem tranquilas. Uma galera irá achar puxada, mas irão entender que não ao decorrer desse artigo.

Então, minhas tarefas incluíam: recepcionar os turistas, manter a limpeza do local (nada de limpeza pesada, relaxem), preparar o café da manhã (que saudades, by the way).

2. Estrutura

Exatamente na ordem, a estrutura do hostel era: recepção, sala, área externa, banhos, quartos e finalizando com a cozinha.

A recepção, ao meu ponto de vista, tinha o tamanho perfeito. Não é gigantesca e nem muito pequena.

Também era vendido doces, “bixcoitos”, produtos de beleza e outras coisinhas.

Ah! Dica do tio John: eles permitem você vender suas miçangas por um acordo bem amigável.

A sala de estar contava com “minha” cama, vulgo “sofá”, que era muito confortável! Também tinha uma TV e um Playstation 3.

O local onde eu passava boa parte do meu turno era na mesa de “toroque-toroque”, vulgo “ping-pong”, e a mesma também era mesa de sinuca.

A área externa não é muito grande, mas é possível relaxar numa boa. Lá é servido o café da manhã, espaço também onde você pode comer outras refeições. Tinha também bar, churrasqueira e, além disso, lá era onde aconteciam algumas festinhas chamadas pelos cariocas de “resenha”.

Existem banheiros em praticamente todas habitações compartilhadas. Apenas uma das seis habitações que não possuía banheiro dentro, e esse banheiro de fora era compartilhado de forma comum, dos demais todos possuem banheiro dentro da habitação.

O hostel no total possui nove habitações, sendo três delas privadas e outras sete, compartilhadas. As habitações compartilhadas possuem entre quatro e dez leitos.

O staff tem quarto próprio e, às vezes, quando ocorre over-booking, recebíamos hospedes no quarto da staff. Sempre muito tranquilo, pois é legal compartilhar quarto com hóspede em alguns momentos.

A cozinha, infelizmente, não é uma cozinha gigante, mas é o suficiente para duas pessoas cozinharem ao mesmo tempo. Com um fogão com cinco bocas e o forno, liquidificador, cafeteira, geladeira, micro-ondas e os utensílios necessários para uma cozinha. 

3. Staff

Ao chegar ao hostel o meu primeiro contato foi com o André, um dos sócios do local.

Na época o staff era formada por ele, Icaro (ex-gerente), Delano e Junior, que eram voluntários também, e eu.

Minha relação com André, apesar dele ser “paulixta” (não entendam isso como qualquer tipo de fobia, apenas uma brincadeira) tínhamos uma relação muito boa e muito harmônica.

Minha relação com Ícaro foi breve, mas também muito harmoniosa e tranquila.

Também tive a oportunidade de conhecer o Diego, que é um dos responsáveis do The Hostel na área comercial.

João, que é o idealizador do projeto, tive a oportunidade de passar um dia, mas percebi que é um grande líder.

Com os rapazes Delano e Junior a amizade foi excelente e aprendi também com ambos.

Com Delano eu aprendi um pouco de técnica culinária. Valeu jovem padawan. Com o Junior aprendi um pouco de fotografia. Obrigado jovem gafanhoto.

Posteriormente, conheci Carlos, chileno, Franco e Agustina, de Córdoba - Argentina.

Fiz uma imensa amizade com os rapazes.

Conheci pessoas de várias partes do Brasil e até do Acre! Mermão, existe o Acre.

Conheci também pessoas de outros países da América do Sul e Europa.

Foi simplesmente sensacional eu ter feito o trabalho voluntário na minha própria cidade.

sala de estar do hostel

4. Localização

O THRJ está a duas quadras do Parque Laje e nas proximidades do Jardim Botânico, Lagoa Rodrigo de Freitas e fácil acesso aos bairros vizinhos: Botafogo, Gávea, Leblon, Ipanema e Copacabana.

Na zona sul o bairro Botafogo é um bairro boêmio, embora, pelo Jardim Botânico existam bares e boates também.

Resumindo, a vida noturna também é muito boa por lá e alguns lugares podem ser bem "salgados" para o bolso, afinal, estamos falando da zona do sul, mas é possível se divertir, não se preocupe.

Para quem gosta mais da natureza tem as praias e as trilhas.

Sobre os supermercados, mesmo sendo na zona sul, eu achava "barato".

Como a zona sul é bem pequena, fica tudo muito acessível quando falamos de transporte público e demais serviços, como lanchonetes, farmácias e etc.

5. Tempo livre

No meu tempo livre eu sempre estava pela Lagoa Rodrigo de Freitas ou pelas praias, pois é o que eu mais amava fazer por lá.

Apesar de ter sido uma viagem dentro da minha cidade tive uma "certa" barreira com o idioma português. Isso mesmo. O nosso português, afinal, o Brasil é gigantesco! Com isso, aprendi ainda mais sobre nossa multicultura.

O inglês com certeza me facilitou a comunicação com outros hóspedes que só falavam inglês.

A dica de ouro do tio John para se dar bem no hostel é: quebre qualquer barreira que te impeça de ser comunicativo. Não se preocupe se você é tímido conforme eu era. Esse trabalho é para você!

See you around, fellas!



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John

I'm John and I'm from Rio de Janeiro. I'm doing my sabbatical that will end in June. But from my...

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Ago 22, 2018


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