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Minha experiência no Social Hostel

Um relato da minha estadia como Worldpacker no Social Hostel, em Curitiba.


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Gustavo

"O mundo é muito grande pra se viver em apenas uma cidade" E é pensando nisso que eu escolhi te...

Mar 23, 2018

Mural da cidade de Curitiba

Por que você escolheu esse anfitrião

O Social Hostel em Curitiba tem a melhor e mais descolada atmosfera de Curitiba.

Quando cheguei na cidade, já ouvia falar de eventos que aconteciam em um hostel.

Não demorou muito até eu descobrir que este tal hostel estava na plataforma da Worldpackers. Logo, eu poderia trabalhar lá.

Quando a gente quer ir pra algum lugar, sempre queremos ter a melhor experiência, ir no lugar mais legal, o lugar mais bem comentado. Foi aí que eu sempre tive vontade de conhecer o Social.

Como era o seu dia-a-dia como Worldpacker

Meu trabalho era na recepção, trabalhava dia sim, dia não.

Sempre acontecia eventos, de bandas, de brechós, ONGs, exposições de artistas, então enquanto estava trabalhando eu também desfrutava de alguma banda talentosa ou ouvia a história de alguma ONG.

Quais lugares conseguiu conhecer no seu tempo livre

Conheci todos os parques da cidade, museus, torre panorâmica e a noite curitibana: Trajano Reis - era minha rua preferida - gente de todos os estilos, simpáticas, num clima bem descontraído - aquela galera na calçada mesmo - bebendo e conversando.

Quanto gastou (uma estimativa) com alimentação, transporte e passeios

Transporte eu não gastei muito, porque eu pegava a bicicleta do hostel emprestada, e como o centro era do lado, gostava de andar mesmo.

Na alimentação eu sempre fazia alguma coisa no hostel, mas frequentemente comia fora. Por exemplo, um hambúrguer artesanal grande mesmo, custa entre R$10 e R$15.

No final acho que gastei entre R$600 e R$700 por mês, já somado o transporte, do qual gastei pouco - em Uber às vezes, ou ônibus - e as festas e baladas que são entre R$15 e R$20 reais de entrada. 

Grupo de voluntários da Worldpackers no Social Hostel

Qual é a coisa mais incrível sobre esse anfitrião

Maria fazia um mural da fama dos voluntários, lá você pode ler uma breve biografia, com um toque de humor - claro - de todos que trabalhavam no hostel.

Na véspera de natal ela deixou, assim como Papai Noel faz, um presente na cama pra cada um, com uma frase que faz você: "Opa! É porque caiu algo no meu olho aqui". Ela é dessas pessoas que compra pizza pra galera toda e olha pra você e diz - "Is not about the money, is about the people". Como não gostar de uma anfitriã assim?

Jesus - não, não foi uma interjeição - estou falando do outro querido anfitrião deste hostel, o cara é bom de coração mesmo, dizem que o nome dele real é Luan - custo a acreditar.

Um dia fiquei bobo só de ver ele assistir a Escolinha do Professor Raimundo com uma leveza invejável, ria como se fosse menino. Mas esse menino é, na verdade, um adulto responsável que só.

Ainda de quebra, pra completar o quadro da casa, o querido Pepe, o cachorro mais elegante e simpático de Curitiba.

Para que tipo de viajante você mais recomenda esse anfitrião

Eu recomendo esse hostel pra todos os meus amigos, recomendo pra aqueles de quem eu realmente gosto, porque um bom presente a gente não oferece pra qualquer um. 

Conhecer Curitiba e tantas pessoas especiais enquanto estive no Social Hostel foi uma experiência muito importante na minha vida. Todo aprendizado será levado e espero que cada vez mais pessoas estejam abertas a oportunidades como essas de intercâmbio de trabalho voluntário.



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Gustavo

"O mundo é muito grande pra se viver em apenas uma cidade" E é pensando nisso que eu escolhi te...

Mar 23, 2018


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