Por que escolhi me mudar para Portugal

Um ano antes eu havia inaugurado minha experiência como Worldpacker em Sagres/Vila do Bispo, no extremo Sudoeste de Portugal. Ali fiquei um mês e outro mês na França também como voluntário. Gostei tanto que resolvi repetir a dose no ano seguinte.


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Sueli

Adoro conhecer pessoas e lugares. Conversar, dar dicas, contar histórias e, principalmente, ouvir...

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Ago 22, 2018

paisagem portuguesa

Escolhi Faro por ser um “meio termo”. Não seria tão pequena como Sagres e nem tão grande como Lisboa e anos luz de distância de São Paulo. Parecia um bom lugar para passar um tempo maior, em que pudesse avaliar como seria a vida em Portugal.

Era um misto de momento sabático, sem preocupações de trabalho, e uma forma de avaliar uma mudança mais radical: assumir minha cidadania portuguesa de uma vez!

Havia me aposentado cedo (porque comecei a trabalhar cedo também) e considerei nunca ser tarde para novas e emocionantes aventuras.

Tinha em mente ficar uns meses em Faro e não poderia gastar muito, por isso, a ideia de trocar trabalho por acomodação era perfeita. Já conhecia o sistema. Já havia gostado.

Agora escolher um anfitrião que me aceitasse e fazer as malas.

Na busca por um anfitrião, queria a melhor opção entre custo menor, melhor localização e com algum tempo livre para conhecer a região. O Casa D’Alagoa foi perfeito em tudo: alimentação completa e dois dias livres por semana.

Busquei meus melhores argumentos para me candidatar. Procurei escrever o que estava sentindo. Abri meu coração com sinceridade e profissionalismo ao relatar meus conhecimentos que poderiam ser úteis ao hostel.

Sim, é preciso se colocar na posição de quem vai aceitá-lo como voluntário. É uma troca e precisa ser justa.

Você quer uma boa acomodação, boa comida, tempo pra passear, conhecer pessoas e o seu anfitrião precisa de alguém disposto a colaborar com o bom funcionamento do hostel e que possa fazer o trabalho com dedicação e carinho. 

frente do hostel

Para ser um Worldpacker e fazer os trabalhos mais comuns, como limpeza e recepção, na Europa, é preciso falar inglês, ser responsável ao lidar com pagamentos e receitas, e ter boas noções de higiene e organização. Nada muito complicado, mas as intenções e realizações precisam ser reais.

O anfitrião é bem flexível, reveza os voluntários em turnos para que todos possam conhecer melhor as tarefas e variar entre as mais difíceis e fáceis.

Não é um lugar para quem não tem disposição física, pois são oito horas de trabalho diário, para atender cerca de 50 hóspedes.

O mais importante é que não fazem qualquer distinção. Recebem voluntários de todos os países, idades e de momentos de vida.



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Sueli

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Ago 22, 2018


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