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Quanto gastei com alimentação, transporte e turismo

Esse artigo faz parte de uma série direcionada especialmente aos viajantes que estão fazendo sua primeira viagem solo como voluntários e pelo Worldpackers. Nessa segunda parte, detalho os principais gastos que se tem (ou não) viajando como Worldpacker. Leia mais!


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Aline Fernanda

Travel blogger - www.clicknaviagem.com.br | Writer | Explorer | Photographer | Nature Lover

Mar 14, 2018

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Depois de contar um pouco mais sobre como é o dia a dia de uma experiência de voluntariado no meu 1º artigo dessa série, vou detalhar quais foram meus principais gastos nas minhas 3 experiências com a Worldpackers.

Alimentação

Nos dois hostels onde atuei, eu não tive as refeições como parte dos benefícios, utilizava a cozinha compartilhada para prepará-las ao invés de fazê-las na rua.

Ao chegar na cidade,  também busquei referências de mercados com bons preços ou fazia pesquisa em mercados próximos.

Em Bonito, por exemplo, evitava comprar nos mercados que ficavam pertinho da praça central, pois os preços são bem mais altos, porém nos feriados e aos domingos somente estes mercadinhos estão abertos na cidade, por isso é preciso se organizar com antecedência para não pagar mais caro.

Transporte

Esse é um tema que gera polêmica, especialmente naqueles lugares onde você depende dele para conhecer qualquer coisa e não há transporte público, como em Bonito, por exemplo.

Lá, todos os pontos turísticos ficam longe da área central, muitos deles em outras cidades, e as vezes até para você alugar uma bike precisa se organizar com antecedência, pois pode não conseguir, principalmente quando a cidade estiver lotada.

Então vamos as opções de transporte: carona, bike, mototáxi, táxi, vans compartilhadas e carro alugado.

Eu particularmente consegui muitas caronas, mas porque pedia mesmo.

Outras vezes consegui com o hostel descontos em vans e mototáxi e poucas vezes tive que pagar o valor integral.

Na Chapada dos Guimarães é a pousada que fica longe do centro, e para comprar algo na farmácia, por exemplo, é necessário percorrer 8 km, porém é possível conseguir carona com os funcionários da própria pousada diariamente para ir até o centro.

Em relação aos passeios, quando requerem guia de turismo, é possível ir até o local com este profissional, se o mesmo tiver veículo próprio, e se o passeio for compartilhado fica mais em conta.

Também tive a sorte de conhecer pessoas super prestativas na Chapada dos Guimarães que me levaram para conhecer muitos pontos turísticos, e eu pagava parte do combustível.

Em Malta, já tive uma experiência bem mais independente, pois em todo o país opera a mesma empresa de ônibus que leva o usuário para qualquer destino.

Os moradores reclamam bastante da empresa, pois durante a alta temporada aqueles que têm horário a cumprir sofrem com os atrasos e os ônibus superlotados.

Eu buscava sair de casa mais cedo e voltar mais cedo, então não achei tão ruim.

Em Malta, o usuário também pode comprar diferentes tipos de cartões, além do ticket embarcado, e isso gera uma boa economia.

Eu sempre adquiria o cartão com 12 viagens e muitas vezes organizava os trechos de acordo com os horários para usar apenas 1 passagem, pois você pode usá-la durante duas horas após a validação, incluindo troca de ônibus.

Essa regra se aplica a todas as modalidades de cartões e tickets embarcados.

Turismo

Quando vou para um lugar novo, quero explorar o máximo possível gastando pouco, mas não faço um planejamento prévio, como compra de passeios, por exemplo, apenas pesquiso sobre cada ponto turístico e chegando ao destino troco ideias com as pessoas que vou conhecendo e aproveito as oportunidades que vão surgindo.

Em Malta, minha prioridade era conhecer belezas naturais, e para isso eu não precisava “pagar entrada”, somente o transporte.

Basicamente explorei o país através de trilhas e minha despesa foi zero.

Já em Bonito e na Chapada dos Guimarães consegui muitos descontos, cortesias ou troca por horas extras trabalhadas no hostel e na pousada.

Algumas cortesias surgiram de iniciativas para promover os passeios que eu tinha interesse em fazer, através de vinculação em redes sociais.

Nos artigos abaixo falo sobre os valores gastos durante as minhas viagens como Worldpacker:

Fiquem ligados nos próximos artigos que continuarei a detalhar tudo o que você precisa saber sobre os benefícios de conciliar turismo e voluntariado.

Até mais!


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Aline Fernanda

Travel blogger - www.clicknaviagem.com.br | Writer | Explorer | Photographer | Nature Lover

Mar 14, 2018


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