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Quanto gastei como Worldpacker na Bélgica


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Sabrina

Viajante de carteirinha.

Jun 08, 2018

Recepção do Cube Hostel

Eu fiquei cerca de 1 mês e meio na Bélgica como Worldpacker no The Cube Hostel e fazia de tudo para economizar o máximo possível.

Não comprava quase nada, e meu dinheiro era todo centrado em viajar durante minhas folgas. Isso não me impedia de sair com meus amigos e me divertir.

Gastei um pouco mais de 600 euros nessa viagem, tirando o custo das passagens de ida e volta que dependem muito de companhia para companhia e em qual estação você decidirá ir.

1. Alimentação

O hostel disponibilizava todas as refeições, o que era uma grande ajuda quando se tratava de economizar.

Tomávamos café da manhã junto aos hóspedes e recebíamos semanalmente um valor decidido pelo anfitrião para ir ao mercado, podíamos usar a cozinha do hostel quando quiséssemos.

O mercado que a gente escolhia ir era bem mais barato que os outros, conseguíamos comprar bastante coisa com cerca de 270 euros (divididos para outros oito voluntários).

A variação de alimentos era enorme. Dava sempre pra comprar o que todo mundo queria e sempre sobrava um pouquinho para dividirmos e comprar comidas para nós mesmos.

2. Transporte

A coisa que eu mais fazia nas minhas folgas era viajar. Normalmente eu passava cerca de três dias em países próximos, como França e Holanda, eu costumava decidir os lugares que eu ia muito em cima da hora, então as passagens de trem e avião ficavam muito caras, a minha solução era ir de ônibus.

O ônibus era super confortável e tranquilo e a passagem custava cerca de 14 euros cada (eu sempre comprava as passagens pela Flixbus).

A única viagem que eu fiz que eu peguei um avião foi para Barcelona, mas eu comprei minha passagem em uma companhia que oferece passagens por preços mais baratos (tais como vueling, easyjet e ryanair) e gastei cerca de 30 euros.

A cidade de Leuven, onde eu fiquei na Bélgica, era muito pequena, então tudo era extremamente perto, onde eu fazia tudo a pé. Eu só pegava o ônibus quando eu estava atrasada para pegar o trem e quando eu cheguei e fui embora (porque eu estava carregando mala). As passagens de ônibus custam 3 euros, menos aos sábados que custam 2 euros.

Quando eu viajava, eu costumava fazer os cartões de metrô/ônibus que custava um valor fixo (cerca de 12 euros) e durava por 48 horas, mas tem várias opções de preços e tempo.

Frente do hostel

3. Gastos extras

Como eu disse, as minhas decisões de viagem eram sempre muito espontâneas, então eu não tinha muito tempo para organizar tudo o que eu queria fazer e as vezes isso trazia surpresas muito boas.

Nunca fui chegada a fazer passeios guiados, mas pra quem gosta tem várias oportunidades muito baratas ou até de graça.

Uma coisa que eu fazia muito era ir para cidades vizinhas assim que o meu turno acabava e passava o dia lá. Gastava cerca de 12 euros com a passagem de ida e de volta de trem, dependendo para onde eu ia.

Quando eu viajava nos meus dias livres, meus gastos eram centrados em alimentação (cerca de 10 euros por dia, dependendo do país), museus, e passagens.

Nos dias de semana em que eu estava na cidade, ia a bares com meus amigos, mas eu costumava gastar de muito pouco a nada. Posso dizer que a cerveja mais barata custa cerca de 2 euros nos lugares que íamos.

Para quem é estudante, sempre vale a pena levar uma carteirinha para tentar conseguir desconto ou até mesmo entrar de graça em museus e monumentos.

Eu sempre conseguia me divertir muito sem precisar gastar dinheiro. Sempre tem um jeitinho de conseguir viajar de forma econômica e ainda curtir pra caramba.



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Sabrina

Viajante de carteirinha.

Jun 08, 2018


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