Existe vida pós volta de viagem?

Todo mundo passa por aquela depressão pós-viagem. A notícia boa é que todo mundo consegue fazer dela um momento de transformação na vida. Veja o relato de 16 viajantes e como eles estão lidando com a vida pós-worldpackers.


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Allan

I'm on a lifetime mission to forge a future of sustainability, equality, altruism & fulfillment. ...

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Ago 20, 2018

como lidar com a depressao pos viagem

A parte mais difícil de viajar é a volta.

Não à toa, até hoje essa é a principal pergunta que eu recebo: por que você voltou de viagem? E, embora eu já tenha uma boa ideia da resposta, continuo assimilando tudo que vivi em quase 2 anos fora.

A volta foi o momento mais intenso, reflexivo e carregado de oportunidades que tive para pensar no que seria a minha vida dali pra frente.

Pensando nisso, juntamos parte dos Experts da comunidade para contar um pouco mais sobre suas experiências pessoais de volta de viagem, respondendo essas perguntas:

  1. O que você está fazendo da vida depois da volta?
  2. Como foi o processo para se adaptar depois da volta da viagem?
  3. Como a viagem influenciou suas escolhas pessoais e profissionais depois que voltou?

Seja um sabático, um mochilão, ou até 1 mês de férias, todo mundo tem uma história pra compartilhar. Saca só!


nathalia generoso na volta de viagem da américa do sul

Depois de 10 meses pela América Latina • Nathalia Generoso

  • O que está fazendo depois da volta: agora eu trabalho só com meu blog e estou sempre buscando meios de não parar de viajar.
  • Como se adaptou depois da volta: na verdade foi uma pausa, para visitar a família. Mas mesmo assim, os dias parados já estão me deixando nervosa.
  • Como a viagem te influenciou: tudo o que vou comprar ou fazer eu penso "mas esse dinheiro daria para viajar para tal lugar" e então eu acabei sendo uma pessoa mais consciente (e até chatinha) com coisas materiais. Descobrir que a gente não precisa de quase nada para viver é libertador!

Torisa Kao depois de viajar pela Europa

Depois de se mudar para a Ásia • Torisa Kao

  • O que está fazendo depois da volta: me mudei para Taiwan temporariamente e estou dando aulas de inglês enquanto viajo pela Ásia. Ou seja, meio período morando e meio viajando.
  • Como se adaptou depois da volta: não diria que passei pelo processo de me adaptar porque não voltei ao Brasil e ainda estou viajando.
  • Como a viagem te influenciou: deixei meu trabalho como enfermeira em busca de outras alternativas. Fiz e aprendi muitos outros trabalhos nos últimos 3 anos, mas decidi que o meu coração bate forte pela enfermagem e estou me programando para voltar ao Brasil após as minhas viagens e me candidatar a uma vaga como enfermeira pelo médico sem fronteiras. Então, de certa forma, vou continuar viajando!


Depois da segunda ida para a Europa • Ethiene Antonello

  • O que está fazendo depois da volta: quando retornar para o Brasil, pretendo voltar a trabalhar na minha área (jornalismo) por um ano mais ou menos, juntar mais dinheiro e viajar novamente. Já estou pensando qual será meu próximo destino como Worldpacker!
  • Como se adaptou depois da volta: assim que voltei para o Brasil na primeira vez que fui, após um ano na Europa, fiquei com muita saudade da família e amigos. Mas após algumas semaninhas, confesso que já queria viajar novamente! Para mim, o processo de adaptação é sempre difícil. Definitivamente, não nasci para ficar parada. Nasci para ser mochileira.
  • Como a viagem te influenciou: mudei muito minha forma de pensar, em diversos aspectos. Em relação ao pessoal, descobri que o que me faz feliz é viajar, conhecer lugares e viver novas experiências. Amo o Brasil, amo Porto Alegre, mas ficar parada não é para mim. No campo profissional, descobri que há um leque de oportunidades onde posso unir minha profissão como jornalista (ou comunicadora, em geral) ao que me faz mais feliz: viajar, conhecer e vivenciar novas culturas e histórias.

Viviane Oliveira na França

Depois das férias como worldpacker • Viviane Oliveira

  • O que está fazendo depois da volta: eu sou professora de inglês e continuo fazendo isso. Na verdade, esse trabalho me dá abertura para ser worldpacker todo ano, já que tenho férias todo final de ano. Por isso, uma vez por ano eu viajo assim.
  • Como se adaptou depois da volta: minhas viagens têm duração de no máximo 40 dias, então acabo não sofrendo muito para me adaptar como acontece com as pessoas que ficam muito tempo fora. Na verdade, eu já volto com gosto de quero mais e pensando no próximo destino.
  • Como a viagem te influenciou: me influenciou demais porque sei que, depois de todas as viagens que fiz, não teria um emprego que não me disponibilizasse o tempo necessário de férias para eu viajar nesse estilo. Pelo menos, não por escolha própria. A viagem WP já virou parte da minha vida e é como se fosse um outro trabalho. 

o worldpacker Glauber Alves na chapada diamantina

Depois de um ano sabático • Glauber Alves

  • O que está fazendo depois da volta: durante minha viagem, tive muito tempo para pensar o que faria depois que voltasse. Estava recém formado quando fui e meio sem saber o que eu faria da vida. Resolvi na viagem que iria tentar um mestrado em São Paulo e que moraria em um hostel por lá para economizar na estadia.
  • Como se adaptou depois da volta: foi tranquilo. Como já sabia o que iria fazer, voltei já bem entusiasmado de colocar em ação um novo projeto. Sempre que viajo, vou listando algumas coisas que quero fazer quando voltar. Isso facilita minha volta e me deixa mais tranquilo durante a viagem.
  • Como a viagem te influenciou: uma foi o fato de eu voltar com mais experiência de vida. Outras coisa foi voltar sabendo mais sobre mim mesmo, meus novos limites e minhas novas capacidades. Viajar como voluntário e usando as novas tecnologias que estão disponíveis tornam as viagens cada vez mais fáceis e acessíveis, o que muda o jeito como eu passei a enxergar muitas coisas. Minha relação com bens materiais e com carreira profissional foram algumas dessas mudanças. Hoje cada vez mais sinto que desejo ter somente o necessário em bens e que não é necessário ter urgência em construir uma carreira profissional.

A worldpacker Regiane Thahira em viagem pelo Brasil

Depois de rodar o Brasil • Regiane Thahira

  • O que está fazendo depois da volta: estou fazendo tudo que senti falta durante a viagem. Acredite ou não, eu senti saudades de São Paulo, de casa. Além disso, tenho trabalhado bastante para encher meu porquinho de moedas para cair na estrada novamente.
  • Como se adaptou depois da volta: quando voltei, eu valorizei ainda mais o que minha cidade tinha de bom. Foi inevitável a comparação entre a cidade que nasci com as que visitei. Comecei a ver São Paulo com outros olhos. Assim, foi fácil me adaptar.
  • Como a viagem te influenciou: eu fiquei mais flexível. Os imprevistos e improvisos me ensinaram que não dá pra ter controle sobre tudo. O que deu errado me ensinou a respirar fundo e não me desesperar. Mais do que isso, me mostrou que quando estou no caminho certo, logo aparecia um novo motivo para acreditar.

Juliana Arthuso do blog Virando Gringo em viagem de intercâmbio pela Europa

Depois de 4 intercâmbios na Europa • Juliana Arthuso

  • O que está fazendo depois da volta: depois que voltei de viagem, me tornei tradutora.
  • Como se adaptou depois da volta: o processo para me adaptar foi um pouco difícil, mas nada muito impactante. Eu gosto muito de contar sobre o que vi nas viagens e acho que a maior dificuldade é que muita gente acha arrogante quando você fala que foi para um tanto de países. O grande lance é que as pessoas não sabem que não precisei ser rica ou gastar todas as minhas economias pra viajar. E é isso que sempre tento contar pra elas.
  • Como a viagem te influenciou: minhas viagens me influenciaram porque abriram a minha mente. Eu vi países em situação muito melhor que o Brasil, e também alguns em situação pior. Aí eu percebi que o mundo é imenso, e nós podemos nos inspirar em tudo de bom que vemos numa viagem, trazendo o melhor pra nossa vida aqui no Brasil. Acho que depois que viajei fiquei com muito mais vontade de melhorar "minha casa".

a worldpacker Claudia Suares viajou o Brasil por 1 ano

Depois de rodar o Brasil e se mudar para a Europa • Claudia Suares

  • O que está fazendo depois da volta: então, eu não voltei! Haha Depois de viajar um ano pelo Nordeste, percebi que não era tão difícil assim estar fora da zona de conforto. Quando saí de São Paulo, me despedi da cidade e de algumas pessoas, e mesmo que ninguém soubesse, eu não queria voltar. No meio da viagem, comprei minha passagem para a Espanha e fui ser worldpacker por lá. Estou atualmente trabalhando na minha área (como designer) e morando em Madrid.
  • Como se adaptou depois da volta: voltar a trabalhar em uma empresa depois de um ano viajando é um pouco complicado. Mas consegui me adaptar porque estou focando em guardar dinheiro para continuar a viajar. Também porque muita coisa aqui na Espanha é novidade. Sempre que posso, visito algumas cidades e países vizinhos.
  • Como a viagem te influenciou: descobri alguns talentos, habilidades e qualidades que eu não usava ou não sabia que tinha. Passei a me conhecer melhor, meus limites e coisas que eu poderia fazer que eu nem sabia que podia. Na estrada, você conhece muito mais gente diferente de você, te fazendo evoluir muito mais rápido! Assim eu descobri que amo ajudar as pessoas, que sou muito criativa, que tenho uma empatia enorme e muita coragem, como me diziam todos. E também descobri que quero muito que as pessoas enxerguem isso nelas mesmas e tenham essa “imensa coragem” de fazer as malas e partir!

Sabrina Kamenets como voluntário na Bélgica

Depois de ir com 18 anos para a Bélgica • Sabrina Kamenetz

  • O que está fazendo depois da volta: desde que voltei, me inspirei a continuar viajando e fotografando. Trabalhar em um hostel foi uma experiência tão boa que hoje em dia procuro cursos de hotelaria e continuo os de fotografia para continuar sempre nessa vida.
  • Como se adaptou depois da volta: costumo me adaptar rápido aos lugares mas, ao mesmo tempo, canso deles muito rápido também. Então, eu sempre procuro ficar em movimento e conhecendo lugares novos.
  • Como a viagem te influenciou: essa viagem foi a que mais influenciou minha vida em todos os sentidos. Sempre tive dúvidas do que eu deveria fazer da minha vida profissional e essa viagem foi um clarão quando eu percebi que era exatamente isso que eu estava precisando. Viajar, fotografar e relatar.

Estela Badajoz fez um ano sabático pela Europa com a Worldpackers

Depois de um sabático • Estela Badajoz

  • O que está fazendo depois da volta: eu decidi me mudar para a Espanha para estudar espanhol e tentar a vida aqui. Consegui um emprego como recepcionista em uma empresa e moro com duas meninas que conheci por aqui e acabaram se tornando grandes amigas.
  • Como se adaptou depois da volta: eu ainda acho que o processo não acabou e não vai acabar tão cedo. Eu estou tendo que re-criar uma rotina e repensar meus objetivos de vida, além de ter que me adaptar com diferenças culturais, ganhar em uma moeda diferente, resolver milhares de processos burocráticos, etc. A parte mais difícil é definitivamente encontrar tempo e maneiras pra me manter sempre em contato com minha família e amigos brasileiros.
  • Como a viagem te influenciou: durante a viagem, conheci muita gente que tinha um equilíbrio entre trabalho e vida pessoal que era perfeito. Eu sou de São Paulo e vejo muito que aí a gente é criado desde pequeno pra fazer dinheiro. A minha vida sempre tinha seguido o caminho óbvio de quem é "bem-sucedido": estudar em colégio particular, ir pra uma boa faculdade, trabalhar em uma multinacional, fazer pós e estar no caminho pra ser chefe antes dos 30. A perspectiva era boa, mas pra viver tudo isso, eu teria que me contentar com estar no escritório pelo menos 10h por dia, ter pouquíssimo tempo para mim e viajar apenas nas férias. Além disso, o custo de vida era tão alto que eu não conseguia me ver tendo independência financeira completa tão cedo. Isso, de verdade, me matava. E quando eu vi que na Europa era possível ter trabalhos mais simples, com jornadas mais curtas e que te permitem ter uma vida digna, eu não tive dúvida de que era aqui que eu queria estar. 

Amanda Bernardes viajando como voluntaria pela Europa

Depois de 3 meses na Europa • Amanda Bernardes

  • O que está fazendo depois da volta: resolvi morar na Irlanda depois de 3 meses viajando. A Worldpackers possibilitou com que eu conhecesse a Europa e a cultura incrível dos europeus, totalmente diferente dos brasileiros, Sou apaixonada por essa cultura e vejo um futuro aqui melhor do que qualquer possibilidade que eu pudesse ter no Brasil, infelizmente.
  • Como a viagem te influenciou: em 3 meses pela Europa com a Worldpackers aprendi, cresci e evoluí mais que em anos no Brasil. A viagem abriu minha mente e me mostrou que existe um mundo gigante com tantas culturas diferentes, tantas possibilidades e muito além do que o que aprendemos no Brasil. Me mostrou que não precisamos estar fadados ao modelo de vida que nos impõem aí: ir para a escola, depois para a faculdade, arrumar um emprego de 8 horas por dia, ter 1 mês de férias ao ano e construir uma família. Cada um tem um caminho a seguir e jamais devemos nos sentir obrigados a vivermos de acordo com que a sociedade acha que devemos. 

Cledson Gontijo em Recife

Depois de rodar o Brasil • Cledson Gontijo

  • O que está fazendo depois da volta: estou trabalhando, momento de juntar uma grana e depois colocar o pé na estrada!
  • Como se adaptou depois da volta: não senti um impacto tão grande depois da volta. Acredito que temos que tirar o máximo de cada oportunidade. A viajam já foi, mas novas virão.
  • Como a viagem te influenciou: quando retorno de uma viagem, nunca sou a mesma pessoa que iniciei. A visão de mundo se expande. Vi que é possível manter-se com muito pouco e que tenho capacidade de encarar qualquer coisa.

Ana Bertholdo em Nova York depois de viajar com a Worldpackers

Depois de um intercâmbio nos EUA • Ana Bertholdo

  • O que está fazendo depois da volta: acabei ficando 3 meses no Hostel que me acolheu porque fiquei realmente apaixonada pela experiência e pela cidade. Gostei tanto que resolvi ficar por aqui mais um tempo e me mudei pra um apartamento pra ter outro tipo experiência durante a viagem!
  • Como se adaptou depois da volta: demorei um pouco a me acostumar com a vida fora do Hostel, afinal, 3 meses é muito tempo. Lá fiz grandes amigos do mundo todo, aprendi muito sobre a vida e cresci demais. A escolha de vir como worldpacker mudou minha vida pra sempre! A minha experiência foi incrível e muito rica.
  • Como a viagem te influenciou: não sei quando volto pra casa porque não quero parar de viajar. Meu coração apaixonado de viajante tá pulsando pela próxima viagem, só falta escolher o próximo destino!

Marina Alves viajou 7 meses pela Europa antes de voltar ao Brasil

Depois de 7 meses fora • Marina Alves

  • O que está fazendo depois da volta: meu vôo de volta para o Brasil após 7 meses fora era para o Rio de Janeiro. A ideia inicial era ficar mais duas semanas como worldpacker na cidade. Hoje completa 1 mês que estou aqui, sem ainda voltar para casa, em BH.
  • Como se adaptou depois da volta: durmo todos os dias pensando em quando vou começar uma nova viagem. Quando o bichinho te pica não tem jeito, a vontade só aumenta.
  • Como a viagem te influenciou: sou bem mais tolerante, sociável e aprendi a trabalhar em equipe. Entendi que sozinhos não somos nada.

Izabela Horste viaja em casal pelos Estados Unidos com a Worldpackers

Depois de viver no paraíso • Izabela Horste

  • O que está fazendo depois da volta: ainda não voltei e ainda não tenho previsão de retorno à "vida normal", que não será mais normal após a Worldpackers. Em abril desse ano, conheci a vida de voluntariado e é incrível tudo que ela me proporcionou: pude ver meu inglês evoluir assustadoramente, e isso também me proporcionou ver a coisa mais linda que irei ver na minha vida: um rio de lava vulcânica do vulcão Kilauea, no Hawaii a menos de 100 metros de distância!
  • Como se adaptou depois da volta: ainda não voltei, mas o processo de pensar em ter que voltar está pesado. A vontade é de ficar viajando e voluntariando pela Worldpackers eternamente, e isso pode ser uma possibilidade haha
  • Como a viagem te influenciou: conheci pessoas incríveis e totalmente diferentes de mim, novas culturas, trabalhei com coisas que nunca imaginaria trabalhar no Brasil e tudo isso fez uma grande mudança na minha vida. Fiz aulas de inglês em cursos presenciais no Brasil, em Nova Iorque e também cursos onlines, mas nenhum conseguiu alavancar meu inglês como o voluntariado.

Paula Satie faz trabalho social como professora na Amazonia

Depois de um trabalho social no Amazonas • Paula Satie

  • O que está fazendo depois da volta: depois de voltar, virei professora. Dou aulas particulares de reforço de matemática e inglês, além de dar aulas em duas ONGs em São Paulo. Re-direcionei minha carreira da engenharia para a educação e agora tenho como sonho melhorar a educação pública básica brasileira.
  • Como se adaptou depois da volta: foram apenas duas semanas, mas foram suficientes para mudar minha vida. Quando voltei, estava muito incomodada com as desigualdades sociais no Brasil e a precariedade da educação, que pude ver de perto. A viagem também me empoderou bastante e me fez perceber que eu podia fazer algo a respeito daquilo que me incomodava.
  • Como a viagem te influenciou: quando fui viajar, estava bem perdida, tinha acabado de sair do meu emprego (onde eu estava bastante insatisfeita) e, portanto, estava em busca de autoconhecimento. Escolhi ir para a Escolinha Itacoatiara, pois queria ajudar outras pessoas, mas nunca me imaginei sendo professora. Entretanto, lá me descobri apaixonada por educação e percebi que esse era o meu propósito. Hoje quando conto minha história, percebo que essa viagem foi um ponto crucial de virada e que quase não aconteceu, devido ao medo de sair da minha zona de conforto. Porém a melhor coisa que fiz foi ter encontrado a coragem de ir, pois sai em busca de um pouco mais de autoconhecimento e acabei descobrindo meu propósito. Fui querendo ajudar outras pessoas, mas no fim as crianças me ajudaram muito mais. Sempre fui muito indecisa, mas nunca tive tanta certeza em relação a algo quanto essa decisão de carreira.

Seja para repensar nossos valores, reavaliar nossas escolhas ou aproveitar as portas que se abrem, voltar de viagem é uma das experiências mais intensas pela qual podemos passar.

E você, o que aprendeu sobre você mesmo com a volta da sua viagem?


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Ago 20, 2018


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