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Turismo rural RS: 10 cidades para voluntariar no inverno

Temperaturas baixas, estilo de vida calmo e contato com a natureza: não faltam razões para curtir o turismo rural no RS. Conheça 10 destinos incríveis por lá!

13min

Turismo rural RS

Durante os meses mais frios, cidades rurais do sul do Brasil se tornam ainda mais atrativas para os turistas. Isso porque as temperaturas baixas, combinadas à arquitetura aos moldes europeus e à simplicidade das cidades interioranas, deixam a região especialmente encantadora. Fazer turismo rural no RS é uma delícia!

Neste artigo, você vai descobrir lugares imperdíveis para turismo rural no Rio Grande do Sul. Também vamos te contar como aproveitar o inverno gaúcho como voluntário, se hospedando de graça em destinos incríveis. 

10 destinos de turismo rural no RS

1. Pelotas

A 360 km da capital gaúcha, Pelotas é um dos destinos perfeitos para quem quer sentir que voltou no tempo enquanto aproveita as maravilhas do turismo rural no RS. 

Isso porque a cidade já foi o centro econômico do Rio Grande do Sul e uma das regiões mais ricas do Brasil. Como reflexo desse tempo, os casarões e as grandiosas fazendas contam a história daquela região.

Uma dica é começar sua viagem visitando o Sítio Águas Claras. São 34 hectares com uma estrutura completa e repleta de atrativos naturais. Lá é possível desfrutar de labirintos, fontes, hortas, estufas e muito mais.

Além disso, aproveite sua visita para comprar alguns produtos feitos no próprio sítio, como sucos, licores e geleia. Todos são feitos com foco na produção agroecológica e custam em torno de R$ 15 a R$ 20. Não se esqueça que a entrada custa entre R$ 7 e R$ 10 e é necessário agendar a visita.

Na saída, percorra 600 metros e conheça o Sítio Panamar. Lá você encontra uma área de lazer completa, um café colonial e um observatório de aves. A entrada custa R$ 7.


Turismo rural no Sítio Panamar em Pelotas, RS

É possível se hospedar tanto no Sítio Águas Claras como no Sítio Panamar. Mas se quiser economizar enquanto vive uma experiência imersiva de turismo rural no RS, tenho uma dica: com a Worldpackers, você pode aproveitar essas maravilhas sem pagar pela hospedagem

No site da Worldpackers você encontra oportunidades de voluntariado para trocar trabalho por acomodação e outros benefícios. Dá uma olhada nessa vaga em Pelotas para ajudar com manutenção e reforma.

Pelotas é, de fato, um destino de tirar o fôlego. Não à toa a cidade já foi cenário para produções como A Casa das Sete Mulheres e o O Tempo e o Vento. E além da zona rural, o centro de pelotas também tem bastante coisa legal para conhecer. Não deixe de visitar!

2. Nova Petrópolis

A 35 km de Gramado, Nova Petrópolis é muitas vezes utilizada só como uma parada dos turistas que viajam até Gramado, mas engana-se quem pensa que a cidade é apenas isso. 

Considerada o jardim da Serra Gaúcha por conta da quantidade de flores que existem na cidade, Nova Petrópolis oferece paisagens de tirar o fôlego. 

Recomendo muito conhecer a Praça das Flores. Ela fica bem no centro da cidade, na Avenida 15 de Novembro. Além das flores, você também pode aproveitar um labirinto de arbustos que é diversão garantida.


Labirinto de Arbustos em Nova Petrópolis, RS

Depois da Praça das Flores, é a vez de conhecer o Monte Malakoff e apreciar uma vista belíssima. 

Se você quer apreciar a vista, mas com conforto e sem esforço físico, ir de carro é a melhor opção. Para os mais aventureiros, a dica é ir por trilha ou de bicicleta. Mas fiquem ligados: a trilha não é recomendada para crianças e idosos, por conta de seu grau de dificuldade.


Monte Malakoff no RS

Além do Monte Malakoff, o Ninho das Águias é outra dica. O mirante tem 590 metros de altura e é perfeito para quem quer pular de paraquedas ou voar de asa delta.

Você também pode aproveitar sua viagem para conhecer algumas das mais de 100 malharias espalhadas por toda a cidade.

E que tal participar de projetos de permacultura e receber hospedagem e alimentação de forma gratuita? Veja as opções de voluntariado ecológico em Nova Petrópolis, perfeitas para quem quer fazer turismo rural no RS.

3. Viamão

Com pouco mais de 250 mil habitantes, Viamão é o sétimo município mais populoso do estado do Rio Grande do Sul e o maior município em extensão territorial da Região Metropolitana de Porto Alegre.

Quando estiver lá, não deixe de visitar a Quinta da Estância. Essa é a maior fazenda especializada em turismo rural pedagógico, ecológico e de lazer. São mais de 8 mil animais silvestres recuperados e 60 mil árvores plantadas. 

Outro lugar bem legal de conhecer é a Morada dos Bugios. Esse sítio fica a 26 km do centro de Viamão e oferece diversas opções de lazer junto à natureza. Possui camping, churrasqueiras, parquinho, passeios de charrete, pescaria e quadra de esportes. 

Leia também: Tudo que você precisa saber sobre as cidades da Serra Gaúcha

Você também pode visitar o Parque de Itapuã, construído em 1860; o Parque Saint Hillaire, com 1.180 hectares e entrada gratuita; o Portal da Terra, um sítio com produção orgânica em meio a natureza; e o Recanto do Vagalume, sítio que oferece culinária campeira. 

São muitas as opções que deixam claro que Viamão é uma cidade que vai te colocar em bastante contato com a natureza, né? É uma das minhas dicas preferidas para fazer turismo rural na região.

E se você busca viver uma experiência de viagem imersiva, conheça essa vaga para ajudar com bioconstrução e permacultura em uma comunidade terapêutica.

Além disso, se tiver um tempinho, conheça o centro de Viamão. Vale visitar a Igreja Matriz Nossa Senhora Da Conceição, com estilo colonial e com 2 torres, o Museu Municipal Viamão, um espaço esportivo bastante importante para a cidade, e o Museu de Ciências Naturais, ótimo para quem viaja com crianças.

4. Torres

Situada na divisa dos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, Torres se destaca por ser a única praia gaúcha com a presença de paredões rochosos na beira-mar. Além disso, ela conta com a única ilha marítima do estado, a Ilha dos Lobos. É a combinação perfeita entre cidade de praia e cidade rural.

Você pode começar sua viagem conhecendo o Rio Mampituba. Ele fica bem na divisa entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Além de apreciar a paisagem, também é possível atravessar uma ponte pênsil feita de arame que liga os dois estados.


Ponte pênsil em Torres, Rio Grande do Sul

Outro passeio interessante em sua visita a Torres é conhecer a Ilha dos Lobos. E esse nome não é à toa. A ilha é repleta de lobos e leões marinhos que vivem na região desde 1797, segundo estudos. 

Felizmente, a área é protegida como Refúgio da Vida Silvestre pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. Por isso, a visita ao local só é feita com barcos, não sendo possível desembarcar e mantendo sempre uma distância de 500 metros.


Lobos marinhos no Rio Grande do Sul

Nesse mesmo passeio de barco pela Ilha dos Lobos você também aproveita e conhece outros pontos turísticos de Torres, como o Morro das Furnas. Ele também é conhecido como Morro do Meio, por estar localizado entre dois outros morros. 

O Morro das Furnas chega a 48 metros do nível do mar e possui paredões rochosos que há milhões de anos vêm sendo esculpidos pelo vento, chuva e pelas próprias ondas do mar. Por isso, existem diversas cavernas e furnas ao longo desses paredões.

Seguindo com o passeio de barco você também pode apreciar a Praia do Cal, o Morro do Farol, a Prainha e a Praia Grande. O passeio dura em torno de uma hora. Mas, além desses, tem muita coisa legal para se conhecer na cidade. Veja nosso guia completo sobre Torres.

5. Cambará do Sul

Cambará do Sul fica a 185 quilômetros de Porto Alegre e, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sua população é de apenas 6.431 habitantes. A pequena cidade é conhecida como a Terra dos Cânions e sempre figura na liderança entre os lugares mais frios do Brasil durante o inverno.

Por isso, Cambará é uma excelente dica para quem procura a tranquilidade típica de um município do interior e não se importa em enfrentar baixas temperaturas.

Uma das principais atrações da cidade é o Cânion Fortaleza. Ele fica a 23 km do centro da cidade. É importante fazer essa viagem de carro, uma vez que a estrada até lá costuma ter bastante pedras. 

Se possível, contrate um guia para aproveitar com mais tranquilidade. O Cânion fica a 1.240 metros acima do nível do mar e conta com diversos paredões lindos. 


Homem observa Cânions em Cambará do Sul

O Cânion Fortaleza faz parte do Parque Nacional da Serra Geral e há três trilhas que podem ser feitas por lá: a Trilha do Mirante, que te leva até o ponto mais alto do Cânion; a Trilha da Cachoeira do Tigre Preto, com um percurso quase todo plano e passagem pelo rio por cima da cachoeira; e a Trilha da Pedra do Segredo, que é uma sequência da trilha da Cachoeira do Tigre Preto por mais 500 metros.

Outro ponto imperdível da cidade é o Cânion do Itaimbezinho, o mais visitado da região. Ele fica no Parque Nacional de Aparados da Serra, a cerca de 18 km do centro de Cambará. Aqui, a dica é a mesma do Cânion Fortaleza: faça de carro e fique atento às pedras da estrada.


Paisagens incríveis que você pode conhecer enquanto faz turismo rural RS

Esse Cânion também tem três trilhas, sendo duas com entrada por Cambará do Sul e outra por Santa Catarina. A Trilha do Vértice é a mais procurada por ser uma das mais curtas e conta com três mirantes para apreciar a vista. 

Trilha do Cotovelo é a que exige mais preparo por conta dos seus pouco mais de 6 km de extensão, e a Trilha do Rio é a única cuja entrada não é em Cambará do Sul. Essa é a mais difícil de todas, com pouco mais de 8 km de extensão.

Não deixe de visitar também o centro de Cambará do Sul em sua viagem. Por conta de seu tamanho, é possível conhecer toda a região central a pé em poucos minutos. 

Visite a Igreja Matriz São José, o Centro Cultural de Cambará – que fica em um casarão dos anos de 1960 – e a Praça Central, onde você encontra a árvore que dá nome a cidade.

E por que não passar um tempo voluntariando em Cambará do Sul? Você pode trabalhar na recepção, organização e nas mídias sociais ou ajudar na limpeza de um hostel. 

6. Bento Gonçalves

Antes de ser Bento Gonçalves, a cidade já foi chamada de Cruzinha e Colônia Dona Isabel. Mas desde sua emancipação, em 1890, ela recebeu o nome atual em homenagem a Bento Gonçalves da Silva, principal líder da Revolução Farroupilha.

Uma dica super legal se você estiver visitando a cidade é o passeio de Maria Fumaça. Você vai poder ter a experiência de voltar aos tempos coloniais. 

O passeio dura cerca de duas horas, mas há possibilidade de mais tempo. Isso porque você pode escolher entre duas opções de trajeto: uma com saída de Bento Gonçalves e chegada em Carlos Barbosa ou fazer o caminho inverso. Entre as duas cidades, tem uma parada em Garibaldi. 



O mais legal é que em cada uma das paradas ao longo do percurso de 23 km, os turistas podem aproveitar de uma atração diferente. Em Bento Gonçalves, você aproveita uma degustação de vinho e suco de uva

Em Garibaldi, você pode aproveitar um show de música gaúcha e italiana. Já em Carlos Barbosa, os visitantes são recebidos com mais música.

Outro passeio que não pode ficar de fora da sua lista é o Vale dos Vinhedos, para conhecer as melhores vinícolas da região. Para chegar até lá, será preciso pegar a ERS-444, também chamada de Estrada da Vindima. É uma estrada bem sinalizada e o caminho é super simples.



São muitas vinícolas na região e é praticamente impossível conhecer todas em um dia só. Por isso, a dica é escolher aquelas que mais te agradam e agendar sua visita guiada com antecedência.

E tem muito mais coisas legais para se fazer por lá. Para saber mais, confira nosso guia completo de o que fazer em Beto Gonçalves.

7.  Rolante

Rolante é um município do interior do Rio Grande do Sul conhecido como a capital nacional da Cuca, doce típico da região. Com pouco mais de 20 mil habitantes, esse é um ótimo destino de turismo rural no RS e ainda tem forte influência da imigração portuguesa, alemã e italiana.

Um dos principais atrativos turísticos da cidade é o Caminho das Pipas. Em 2006, produtores de vinho de uma comunidade do interior do município chamada de Boa Esperança se uniram e construíram um roteiro turístico que percorre as propriedades rurais do local. 


Caminho das Pipas em Rolante, RS

O roteiro é sucesso até hoje. Ao longo do caminho, você percorre sete propriedades rurais onde pode experimentar os vinhos produzidos pelos moradores, além de doces, queijos, salames e as famosas cucas. 

Se você for fã de cachoeiras, Rolante tem duas que são super legais. A primeira é a Cascata das Andorinhas. Para chegar lá, basta pegar uma trilha de fácil acesso: são só 800 metros para apreciar uma queda de 15 metros de altura cercada por um paredão de rochas. 

A segunda é a Cascata das 3 Pedras, que oferece duas opções de trilhas: uma de fácil acesso e uma de difícil acesso - vai da coragem e disposição de cada um! Ela leva esse nome porque é formada por três cascatas que ficam uma em cima da outra e garantem um visual belíssimo.

Se tiver um tempinho, dê também uma passada no centro de Rolante. Você pode visitar a Prefeitura de Rolante, que fica em um prédio cuja arquitetura é fortemente influenciada pela imigração europeia, ou então conhecer a Igreja Nossa Senhora Imaculada Conceição.

E já imaginou viver tudo isso sem precisar pagar pela acomodação? Em Rolante, você pode voluntariar com a Worldpackers e viver a experiência de se alimentar do que você mesmo plantou ou ajudar na bioconstrução de uma casa

Com a Worldpackers, você pode aprender mais sobre si mesmo enquanto tem uma imersão em meio a natureza através de experiências colaborativas.

8. Candelária

A 180 km de Porto Alegre, Candelária é um município gaúcho onde a colonização alemã é presente até hoje. Os costumes germânicos são tão fortes na região que é comum que as crianças aprendam primeiro o alemão e depois o português. Por isso, visitar Candelária é quase como conhecer um pedacinho da Europa sem sair do Brasil.

Um dos pontos turísticos mais visitados na cidade é a Ponte do Império, uma ponte de pedra construída entre os anos de 1879 e 1880 pelo arquiteto e imigrante alemão Carlos Himberto Puhlmann. Atualmente, ela é um patrimônio histórico municipal e estadual.


Ponte do Império em Candelária, destino de turismo rural no RS

Outro ponto turístico interessante é o Cerro Botucaraí, maior pico isolado do Rio Grande do Sul. Ele fica a 569 metros de altura em relação ao nível do mar e é conhecido também como o Santo Cerro. 

Em importantes datas do calendário cristão, como a Páscoa, a Sexta-Feira Santa e o Natal, costumam acontecer peregrinações no local.

Se estiver em Candelária, não deixe de visitar também a Cascata da Ferradura e apreciar uma queda livre de cerca de 50 metros de altura. Mas todo cuidado é pouco, viu? Por ser pouco conhecido ainda, não há cercas ou proteção no local.

Aproveite para conciliar sua viagem a Candelária com um voluntariado! Que tal ajudar nas tarefas domésticas de um hostel em troca de vários benefícios? Ou então colaborar com marketing digital? Confira nossas oportunidades de voluntariado em Candelária e desenvolva novas habilidades enquanto viaja.

9. São Miguel das Missões

Bem perto da fronteira com a Argentina, São Miguel das Missões guarda a mais preservada missão jesuítica do Brasil. 

O principal ponto turístico do município é o parque das Ruínas de São Miguel, que guarda vestígios do período das Missões Jesuíticas no século XVII. Ou seja: visitar São Miguel das Missões é praticamente uma aula de história.

O Museu das Missões, que fica no Parque das Ruínas, oferece um acervo gigantesco com imagens que foram esculpidas no período Jesuítico, sendo a maior coleção pública do Mercosul nesse gênero. 

O Museu tem duas edificações: o Pavilhão Lúcio Costa e a Casa do Zelador. Em ambos pode-se entrar em contato com a história do nosso país.


Museu das Missões

Ao lado do museu, você pode visitar as Ruínas de São Miguel Arcanjo. A Igreja foi projetada pelo padre italiano João Batista Primolli e construída no século XVIII, entre 1735 e 1745. 

No local, acontece um espetáculo que narra a Saga dos Jesuítas e dos povos Índios Guaranis. Ele tem duração de 48 minutos e as apresentações acontecem todos os dias sempre em frente à Igreja do Sítio Arqueológico. No verão, acontece às 21h30. Nas outras épocas do ano, às 20h. Confirme antes de ir!


Ruínas em São Miguel das Missões

10.  Santa Vitória do Palmar

Localizada no extremo sul do Brasil, bem na fronteira com Uruguai, Santa Vitória do Palmar é conhecida por abrigar a mais importante reserva ecológica do Rio Grande do Sul, a Estação Ecológica do Taim. 

Além disso, a cidade também possui o maior complexo de geração de energia eólica da América Latina, o Complexo Eólico Campos Neutrais. 



As praias são os principais atrativos da cidade. Existem quatro: a Praia do Hermenegildo, famosa pelas dunas ao redor que lembram um deserto; a Praia da Barra do Chuí, na fronteira com o Uruguai e pertinho do Molhes da Barra, uma obra de hidráulica marítima de pedras; a Praia Maravilhas, a uns 3 km da Barra do Chuí; e a Alvorada, localizada ao lado do Balneário da Barra do Chuí .

Além das praias, apreciar os faróis espalhados pela cidade é outra dica legal. Os faróis de Santa Vitória do Palmar permitem que você tenham uma vista privilegiada para apreciar todo o verde e as paisagens naturais.

São quatro faróis: Albardão, Sarita, Verga e o da Barra do Chuí. No entanto, apenas o da Barra do Chuí e o do Albardão permitem visitação.



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